Cara, japonês é mesmo estranho. Já tive a oportunidade de conhecer um que outro japonês, mas o mais curioso foi um que conheci na Bahia. Primeiro porque japonês e Bahia não combinam, nem nunca vão combinar, convenhamos. Segundo... bom, japonês é estranho.
Quanto ao pinto pequeno eu não conferi.

(Moskito e seu alterego em entrevista, out 2006)
Ontem estava eu na fria madrugada gaúcha pensando em uma programação sem-vergonha enquanto clicava em meus feeds que se empilhavam, gritando por leitura. E um título me chamou a atenção: Restaurantes bizarros: sexo com animais e canibalismo. Para quem não sabe, eu nem sempre morei aqui pelos pampas. Sou naturalizado gaúcho simplesmente pela afinidade com a mulherada que encontrei por aqui.
Entre o México e a fazenda que fiquei até meus quatro anos de idade (e visitei, posteriormente) a coisa mais normal do mundo era a zoofilia. Sabe como é, barranquear a vaca, égua, cabrito e mandar ver com ela presa no barranco. Não foi assim que eu perdi a virgindade, nunca ousei tocar numa cabrita assim, com outros olhos (e nem com outras partes, obrigado por perguntar piadista infame).

A vaca inflável é indicada para os zoófilos, ou seja, aqueles que gostam de transar com animais. Preço de R$130 (Terra Sexo )
Vejam só, o que as drogas não fazem. Começo um post e ele termina sem pé nem cabeça, começo falando de japoneses com idéias bizarras de zoofilia com seus pratos de comida, migro para uma paixão platônica e finalizo com esse brinquedinho duvidoso aí.
Bom, tenho mais para falar dos japoneses: procurem por vídeos de seus programas de televisão. Eu separei o vídeo do gameshow mais bizarro que já vi .
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